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RN-012 — A module removed from module_map demotes the story

A story linked to a module that ceased to exist goes back to draft, with a backlog.story_demoted event.

  • Where: apps/api/src/domain/architecture/module-resolution.ts; the event is emitted in application/use-cases/architecture/create-module-map.use-case.ts:73
  • Test: test/domain/architecture/module-resolution.spec.ts

Painel de projetos

RN-096 — Toda decisão diz em português o que acontece; o payload cru nasce colapsado

Todo tipo de proposed_action tem uma frase em português que descreve o efeito de aprovar, e ela é a primeira coisa visível no card — antes de qualquer detalhe, nas três telas onde uma decisão é pedida (a fila de Aprovações, o card dentro do chat da sessão e a aba Insights). O payload cru continua acessível, dentro de um colapso que nasce fechado, e nunca é despejado na tela.

O que existia era um despejo. Todo tipo sem corpo visual próprio caía num Object.entries(payload).map(([k, v]) => k + ': ' + JSON.stringify(v)), sempre aberto. Quem abria a fila lia worktree: /workspaces/dev-api, coAuthor: Brabo User <user@brabo.dev> e proposto: 4 — e tinha de deduzir o que ia acontecer se clicasse em Aprovar. Aprovação que exige dedução é aprovação que se dá no automático, e o produto inteiro se apoia em o usuário ser a autoridade final.

A frase degrada, e é isso que a torna confiável. Nenhuma delas assume que uma chave do payload existe: com payload vazio a frase continua sendo uma frase verdadeira, só menos específica ("Registra um commit no repositório do projeto."). O payload vem do engine e de dez casos de uso diferentes, e nenhum deles promete um formato — frase que só funciona com a fixture certa é frase que quebra na primeira aprovação real.

Tipo que o web ainda não conhece não é caso teórico. A união ActionType do web já ficou defasada duas vezes: primeiro com os três tipos do bootstrap de Gitflow, e de novo com parallelize/raise_max_parallel, que entraram na FASE 14d. O compilador não pega: a lista canônica está em apps/api, que o web não importa. Por isso duas coisas ao mesmo tempo — o card degrada (verbo neutro

  • "ver detalhes", com o payload colapsado, em vez do undefined no mapa de ícones que derrubava a árvore inteira do React), e o teste lê o decide.ts do backend e reprova quando um tipo entra sem frase.

O default de aberto/fechado é derivado, não configurado. A regra é uma só — abre o que ainda espera decisão de quem está olhando: no chat, ação pending; na fila, nunca (são N cards, e N detalhes abertos são a mesma parede de texto); em Insights, hipótese proposed. E o payload CRU não abre em variante nenhuma. A consequência de projeto é que ApprovalCard não ganhou prop nova obrigatória: o default sai de variant e status, que já existiam.

Verbo e frase saem de um módulo só, consumido pelas três telas. A hipótese do Psicólogo usa literalmente o verbo do instruction_patch em vez de um vocabulário paralelo — e a frase dela diz o que o accept faz de verdade (enfileira para a Anamnese, que pode propor o ajuste, que ainda vem para aprovação), nunca "a instrução será alterada".

write_file tinha frase, mas não corpo. Ele nasceu de fora de COM_CORPO_PROPRIO: a frase mostrava só o path, e o detalhe caía no mesmo despejo de JSON cru colapsado que esta RN existe para evitar — então um write que genuinamente pedia aprovação (fora do prefixo dev-, ou caminho fora do escopo do agente) exigia um clique a mais para ver o content. Entrou em COM_CORPO_PROPRIO com corpo próprio: path e um preview do content (até 25 linhas/4.000 caracteres, com aviso de truncamento — nunca o arquivo inteiro, mesma regra do payload cru), aberto por padrão no chat enquanto pendente, igual terminal.

Payload vazio não é payload ausente. command (terminal) ou path/content (write_file) chegando como string vazia — tool-call malformada do modelo, não bug de renderização — degradava para um prompt $ ou um preview em branco, que o usuário lia como defeito da tela. Os dois corpos agora distinguem os dois casos e mostram "o modelo não produziu um X válido para esta ação" em vez de um branco.

  • Onde: apps/web/src/lib/aprovacoes.ts (VERBO_DA_ACAO, fraseDaAcao, descreverAcao, descreverHipotese), consumido por apps/web/src/components/ApprovalCard.tsx (Aprovações + chat da sessão, COM_CORPO_PROPRIO, previewConteudo para o content de write_file) e apps/web/src/components/HypothesisCard.tsx (Insights); colapso pelo Disclosure de apps/web/src/components/ui/Disclosure.tsx
  • Teste: apps/web/src/lib/aprovacoes.test.ts (lê ACTION_TYPES de apps/api/src/domain/actions/decide.ts e exige verbo + frase para cada tipo, com payload vazio); apps/web/src/components/ApprovalCard.test.tsx (frase e colapso — payload colapsado nas duas variantes, JSON legível ao abrir, tipo desconhecido não derruba a tela, write_file com corpo próprio aberto por padrão e truncamento do preview, command/path/content vazios mostrando a mensagem de fallback); apps/web/src/components/HypothesisCard.test.tsx (frase e colapso)
  • Origem: FASE 19 do programa 16–26, do pedido "hoje está muito difícil a leitura" na primeira navegação real depois do reset do banco

"N agentes online" no dashboard — status AO VIVO, nunca presença histórica (RN-409, ADR 0097)

Item do backlog anterior. Investigação prévia (docs/explanation/backlog.md) confirmou que não existia agregado de liveness nenhum — nem por projeto, nem por workspace: o que existia era só presença HISTÓRICA (RosterFacts — "já apareceu na sessão alguma vez") e status ao vivo de VERDADE só no cliente, derivado do event log, e só quando um projeto está ABERTO (deriveAgentRoster). O card do dashboard hoje forçava () => 'ocioso' porque não desenhava status nenhum — este é o hardcode que a RN substitui.

RN-409 — "N online" soma dois mecanismos pela MESMA régua: não ocioso, não travado

ProjectCardSummary.onlineAgentCount (GET /workspaces/:workspaceId/ projects-summary) é a contagem de agentes ONLINE agora — trabalhando ou com uma pendência esperando decisão —, nunca tamanho de equipe. Chamar de "online" um número que na verdade é "já apareceu alguma vez" seria enganoso (mesmo princípio dos ADR 0041/ 0042/ 0077 contra dado fingido).

Duas FONTES, uma régua:

  • Dev agents — engine.dev_agent_states.status, agregado em lote por project_id (status NOT IN ('idle', 'idle_tripped')). working, awaiting_gate e awaiting_approval contam (RN-047/ADR 0052 — os cinco estados da máquina do dev); idle/idle_tripped não. dev-<modulo> e dev-<modulo>-2 são chaves DISTINTAS (agent_id na tabela), então contam separado sem esforço nenhum — é a própria chave primária que já separa.
  • Agentes conversacionais (criativo/po/arquiteto/dev-lead/ux-designer/ staff/infra) — último evento agent.status de cada actor_id, na sessão MAIS RECENTE do projeto (mesmo escopo de sessão que o resto de RosterFacts usa, RN-090). agent.status só tem três valores possíveis (Engine.Sessions.LiveBroadcast.agent_status/4 recusa qualquer outro): working/awaiting_approval contam, idle não.

QA/SecOps NUNCA contam — não é filtro, é AUSÊNCIA de dado: nenhum dos dois emite agent.status (rodam veredito único por invocação, sem noção de "ocioso" entre chamadas — o status deles vem de pr.gate_changed/ infra.gate_changed, um mecanismo à parte que deriveAgentRoster já trata separado). Não precisou de exclusão explícita: a consulta só soma o que tem o tipo de evento certo.

A régua é a MESMA que deriveAgentRoster já aplicaria se o projeto estivesse aberto ('trabalhando'/'aguardando' no cliente ≅ working/ awaiting_gate/awaiting_approval no backend) — os DOIS caminhos calculam "online" a partir do mesmo eventual estado (event log/tabela de estado persistida), só que por MECANISMOS diferentes (agregação SQL no backend, dobra sobre eventos já buscados no cliente), no mesmo espírito de infraActive/uxDesignerActive/staffActive (RN-090/RN-287: duas fontes, uma régua). Não há função compartilhada entre apps/api e apps/web para isto — os dois já divergem de linguagem/runtime para o resto de RosterFacts também, e introduzir um pacote compartilhado só para uma contagem seria peso maior que o problema.

Consulta nova contra schema que a api não migra. engine.dev_agent_states é tabela do ENGINE (Ecto, schema Postgres "engine"), mesmo banco físico, mesma conexão — não uma segunda fonte de dados, um segundo NAMESPACE no mesmo Postgres. O precedente já existia: apps/api/scripts/medir-execucao.ts já lê engine.oban_peers pelo mesmo caminho (raw SQL via Drizzle), só que como SCRIPT manual, nunca testado. Esta RN eleva o padrão para código de PRODUÇÃO testado — ver o ADR 0097 para a decisão de NÃO expor isto como rota HTTP interna no engine.

Custo medido, não fingido grátis. As duas consultas novas levam o total do read model de DOZE para CATORZE (RN-090 continua valendo — catorze é CONSTANTE, provado por projects-summary.repository.spec.ts contando idas ao banco com 2 e com 20 projetos). Nenhuma tem WHERE por tempo — a de agent.status escaneia os mesmos session_events das sessões mais recentes que lastEvents/marcos já escaneiam ao lado dela, então o custo marginal é o de mais um filtro de type sobre um plano de consulta que já ia acontecer, não uma tabela nova sendo varrida do zero. Lacuna DECLARADA: não há execução real recente (dogfooding) com volume de produção para medir ms de verdade contra a régua da Fase 22 (525 mil linhas, EXPLAIN ANALYZE) — as duas consultas novas ficam sem número medido, só o argumento estrutural acima.

  • Onde: apps/api/src/application/ports/projects-summary-repository.port.ts, apps/api/src/infrastructure/persistence/drizzle/projects-summary.repository.ts, apps/api/src/interfaces/http/iam/dto/iam.response.dto.ts, apps/web/src/lib/api-types.ts, apps/web/src/components/ProjectCard.tsx, apps/web/src/routes/Dashboard.tsx
  • Teste: apps/api/test/infrastructure/persistence/drizzle/projects-summary.repository.spec.ts (describe('onlineAgentCount (RN-409)') — dev agent working/idle/ idle_tripped, awaiting_gate/awaiting_approval, duas instâncias do mesmo agente-base, agente conversacional working/idle/awaiting_approval, só o ÚLTIMO agent.status conta, QA/SecOps nunca contam, soma entre as duas fontes, isolamento entre projetos); apps/api/test/support/global-setup.ts (ensureEngineFixture — a tabela do engine criada como fixture MÍNIMA e declarada, só para o teste acima poder existir); apps/web/src/components/ProjectCard.test.tsx (badge "N online" some com 0/undefined, aparece com onlineAgentCount > 0)
  • Origem: docs/explanation/backlog.md (item herdado da FASE 13c/ colheita do dogfooding); decisão de produto de que o número tinha de ser liveness de verdade, não presença histórica, registrada no prompt que encomendou esta correção

O explorador de pasta do Runner vira três colunas, e a criação de um projeto runner deixa de esperar o passo final (RN-436/436)

RN-451 — Smoke do binário standalone roda o SUBPROCESSO real, nunca mock

O mesmo padrão de disciplina que smoke-dist.mjs (ADR 0106) já aplica ao dist/index.cjs publicado no npm passa a valer também para dist-bin/brabo-runner-<platform>-<arch>[.exe] (ADR 0112): nenhuma suíte prova que um artefato EMPACOTADO funciona lendo o código-fonte dele — só executando o artefato de verdade, como subprocesso, e observando saída real. scripts/smoke-bin.mjs roda o binário COMPILADO (nunca node src/index.ts nem qualquer forma não-compilada) com --self-test-pty — uma flag interna, não documentada em uso() — que resolve node-pty exatamente como produção e spawna um PTY real via GerenciadorDePty, escrevendo e lendo dele. Só a linha node-pty carregado com sucesso + SELF_TEST_PTY_OK: no stdout do processo real conta como prova; nenhum mock de node-pty nem de child_process é aceitável para este teste específico, porque o que ele existe para provar é justamente que o .node nativo embutido (with { type: 'file' }, native-pty-embed.generated.ts) carrega e funciona DENTRO do binário — mockar qualquer peça do caminho apagaria a única coisa que o teste precisa provar.

  • Onde: apps/runner/scripts/smoke-bin.mjs; apps/runner/src/index.ts (rodarAutoTestePty, a implementação de --self-test-pty)
  • Teste: o próprio smoke-bin.mjs — não há teste unitário que o substitua, de propósito (é o mesmo desenho de smoke-dist.mjs, que também não tem par unitário)
  • ADR: 0112
  • Origem: requisito explícito do dono do produto para este item de backlog ("no mocking")

Terminal do runner local preso em "Abrindo terminal..." para sempre (RN-433)

RN-453 — --dir relativo do runner local resolve contra INIT_CWD, não contra o cwd rebaseado do pnpm

resolve(dirBruto) em lerArgumentos() resolvia --dir relativo contra process.cwd() — correto quando o CLI roda direto (binário standalone, npm install -g @brabo/runner), mas ERRADO no único caminho de invocação que existe hoje sem publicação real no npm (achado real, ADR 0106/backlog): pnpm --filter runner start REBASEIA process.cwd() para a pasta do PACOTE (apps/runner), não a pasta de onde o usuário digitou o comando. pnpm --filter runner start -- --dir ../exp001, rodado de ~/dev/brabo, criava ~/dev/brabo/apps/exp001 em vez de ~/dev/exp001 — silenciosamente, sem erro, porque RN-435 já faz --dir inexistente ser criado em vez de recusado.

resolverDir() (apps/runner/src/guard.ts) resolve contra INIT_CWD quando presente — a variável que npm/pnpm SEMPRE define com a pasta original de invocação, existente só quando o processo nasce de um script do package.json — e cai em process.cwd() quando ausente (binário direto, onde já é a pasta certa). resolve() do Node já ignora a base quando dirBruto é absoluto, então caminho absoluto (o caso documentado no README) não muda de comportamento.

  • Onde: apps/runner/src/guard.ts (resolverDir), apps/runner/src/index.ts (lerArgumentos)
  • Teste: apps/runner/src/guard.spec.ts (describe('resolverDir', …) — relativo contra INIT_CWD quando presente, cai no cwd do processo quando ausente, absoluto ignora as duas bases)
  • ADR: 0104 (extensão aditiva, mesma categoria de RN-435 — reduz atrito de invocação, não muda o runner como fonte da verdade do caminho)
  • Origem: achado em uso real, rodando pnpm --filter runner start -- dir ../exp001 de dentro do checkout do monorepo — o único caminho de invocação disponível hoje, porque @brabo/runner ainda não foi publicado de verdade no npm (NPM_TOKEN pendente, ver backlog do ADR 0106)

A busca do RAG deixa rastro, e o rastro congela os pesos (RN-479..481)

RN-481 — rag.search/rag.feedback são NARRAÇÃO da timeline, e só existem quando há sessão

Os dois eventos entram no event log apenas no caminho do agente — a busca da aba é de projeto e não tem sessão onde narrar. Isso é assimetria declarada, não lacuna: a tabela é a fonte da medição, o evento é narração. Medir pelo event log perderia metade das buscas, e justamente a metade com julgamento humano.

Falha de narração não derruba nem a busca nem o voto: a linha da tabela já está gravada, e é ela que a medição lê. A falha vira log com origem infra, nunca silêncio.

'rag' entra em PREFIXOS_DE_EVENTO (scripts/docs/generate.mjs) no mesmo commit — sem isso o inventário gerado de docs/reference/events.md não enxerga os dois tipos, e pnpm docs:check ficaria verde sobre uma lista incompleta: uma doc que passa mentindo é pior que uma doc que reprova.

  • Onde: apps/api/src/domain/rag/rag-telemetry.ts (EVENTO_RAG_SEARCH/EVENTO_RAG_FEEDBACK), apps/api/src/application/use-cases/rag/hybrid-search.use-case.ts, apps/api/src/application/use-cases/rag/record-rag-feedback.use-case.ts, scripts/docs/generate.mjs (PREFIXOS_DE_EVENTO)
  • Teste: apps/api/test/application/use-cases/rag/hybrid-search.use-case.spec.ts (narra com sessão; NÃO narra sem sessão), apps/api/test/application/use-cases/rag/record-rag-feedback.use-case.spec.ts (o mesmo par, para o voto)
  • ADR: 0129
  • Origem: plano do dono do produto, Parte 2 / Etapa 1

RN-485 — O broker de container não aceita especificação: ele recebe um projeto e COMPÕE

O broker (apps/broker) é o único processo do produto com acesso a um daemon Docker no servidor. A regra que o torna não-arbitrário não é um allowlist: é a forma da entrada.

Ele recebe projectId e uma das cinco operações — nada mais. As cinco são as da DockerPort do ADR 0128 (start, stop, remove, inspect, exec), e uma sexta é decisão de produto com ADR, nunca um parâmetro a mais. start, stop e remove têm corpo VAZIO; exec leva comando e cwd, e mais nada.

A especificação é lida da api e COMPOSTA aqui. O broker chama GET /internal/projects/:projectId/container-spec, que devolve identidade do projeto, modo de execução e a decisão de imagem vigente do Arquiteto. Imagem, rede, recursos e o único mount saem daí. Não existe campo em que se escreva privileged, cap_add, network: host ou um -v livre — porque não existe campo. Se a especificação viajasse no corpo, a contenção de um processo root-equivalente no host dependeria de o CHAMADOR estar correto, e contenção que depende do chamador não é contenção.

Ele revalida o que a api devolveu, e as duas validações não são a mesma. validarDecisaoDeImagem (api) pergunta "esta decisão de arquitetura é revisável?" — exige rationale, recusa latest, aplica RECURSOS_MAXIMOS e devolve a recusa ao MODELO pelo tool-result (RN-061). especificacaoValidada (broker) pergunta "posso entregar isto ao daemon?" — é o PARSE de um JSON não confiável para dentro do tipo fechado. Os tetos daqui são os do BROKER, o último recurso que ele nunca ultrapassa venha o pedido de onde vier; hoje os números coincidem com os da api de propósito, e se um dia divergirem o menor vence sem nada quebrar, porque nenhum dos dois afirma ser o outro. Uma checagem existe só deste lado: referência de imagem que começa com - seria lida pelo CLI como FLAG, e execFile sem shell resolve injeção de COMANDO, não de ARGUMENTO.

A api não manda CAMINHO nenhum. O -v de um docker run é resolvido pelo DAEMON, contra o filesystem do HOST — um caminho de dentro do container da api faria o daemon criar e montar uma pasta VAZIA, com o dev agent trabalhando num diretório sem código e nada indicando por quê. O broker compõe o caminho com PROJECT_WORKSPACES_HOST_ROOT, configuração DELE, mais o workspaceDirName congelado na criação (RN-109). Sem essa variável, start RECUSA nomeando-a; as outras quatro operações continuam funcionando. Recusar é a regra: adivinhar produziria o mount vazio em silêncio.

Projeto mounted/runner é recusado com 409, porque a pasta deles mora na máquina do usuário e o host do broker não a enxerga — lá quem sobe container é o runner. É a mesma política que RegistrarTransicaoDeContainerUseCase já aplica na api, dita onde o broker consegue dizê-la.

Nada dispara subida. Não há laço, não há fila, não há proposed_action de container_start: o broker age quando chamado, e o único chamador que existe hoje faz LEITURA. Efeito externo continua exigindo aprovação.

  • Onde: apps/broker/src/operacoes.ts (as cinco, e a composição em especificacaoDoProjeto), apps/broker/src/servidor.ts (a lista fechada de rotas e a tabela de status), packages/docker-port/src/spec-de-container.ts (o parse e os tetos), apps/api/src/application/use-cases/containers/obter-spec-de-container.use-case.ts (o que a api devolve, e o caminho que ela não devolve), apps/api/src/interfaces/http/internal/internal-containers.controller.ts
  • Teste: apps/broker/src/servidor.spec.ts (imagem, rede, recursos e mount mandados no corpo são IGNORADOS; artefato com imagem que começa com - é 422 e nada é tocado; uma sexta operação é 404; cwd fora de /work é recusado, inclusive /workspace; sem PROJECT_WORKSPACES_HOST_ROOT o start recusa dizendo qual variável falta), packages/docker-port/src/spec-de-container.spec.ts (o parse campo a campo), apps/api/test/application/use-cases/containers/spec-e-observacao-de-container.use-case.spec.ts (a api não devolve caminho nenhum, nem rationale), apps/api/test/infrastructure/http-clients/container-broker.client.spec.ts (start manda corpo vazio)
  • ADR: 0130

RN-497 — O brabo-runner sobe o container do projeto NA MÁQUINA DO USUÁRIO, com o Docker DELE

Fecha a metade que a RN-494 (ADR 0135) deixou declarada: mounted/runner passaram a EXIGIR imagem decidida (o portão da RN-105 vale nos três modos), mas continuavam sem subir container NENHUM — só execution_mode: container tinha alguém (o broker, apps/broker) capaz de chamar Docker de verdade. container_start/container_stop/container_remove (RN-491/495) agora têm um SEGUNDO caminho de execução, ramificado pelo executionMode do projeto dentro de ExecuteContainerStartUseCase/ExecuteContainerStopUseCase/ ExecuteContainerRemoveUseCase — nunca na PROPOSTA nem na APROVAÇÃO da ação, que continuam agnósticas de modo (decide.ts não muda).

container segue pelo broker, sem mudança nenhuma. mounted/runner pedem ao ENGINE (ApiToEngineClient.startContainerViaRunner/ stopContainerViaRunner/removeContainerViaRunner, síncrono como executeTerminalAction) para repassar ao RUNNER conectado — o CLI que já mantém o canal terminal:<projectId> (ADR 0103/0104) ganha TRÊS pares de evento novos, container_start/_result, container_stop/_result, container_remove/_result (apps/runner/src/channel.ts), no MESMO molde de exec/exec_result: Engine.Runners.RunnerRouter despacha pro canal correlacionado por ref e fica bloqueado em receive, o runner chama DockerViaCli.start/stop/remove (@brabo/docker-port, ADR 0128) com o DOCKER DO USUÁRIO — não o do servidor — e responde. EngineWeb. ContainerCommandController (rotas POST internal/projects/:projectId/ containers/{start,stop,remove}) é o único chamador; nenhum outro caminho alcança essas três operações do lado engine.

A imagem que sobe não é ELEITA de novo — ao contrário do caminho container, que reusa DecidirImagemDoProjetoUseCase para gravar uma nova versão de artifact.project_image. O caminho mounted/runner só LÊ a decisão VIGENTE (ObterSpecDeContainerUseCase, o MESMO caso de uso que já compõe GET .../container-spec para o broker — chamado direto, sem HTTP, porque os dois rodam no processo da api) e a manda ao runner; sem imagem decidida (RN-105), falha ANTES de perguntar ao engine.

"Sem runner conectado" é FALHA NORMAL, nunca exceção genérica — mesma disciplina de BrokerIndisponivelError/BrokerRecusouError do caminho container. RunnerNaoConectadoError (sem runner, ou timeout) e RunnerRecusouContainerError (o runner respondeu e RECUSOU — Docker indisponível na máquina do usuário, especificação inválida) são as duas classes que HttpApiToEngineClient lança; os três casos de uso as capturam e gravam failed com o motivo, nunca deixam propagar. Do lado engine, a resposta é SEMPRE 200 — sucesso: false no corpo, com motivoCodigo ("not_connected"/"timeout") só quando o engine NEM CHEGOU a perguntar ao runner (RunnerRouter devolveu {:error, _}), nunca um status HTTP de erro para o que é falha normal do comando.

Engine.Actions.TerminalExecutor NÃO ganhou saída nova. A decisão "rodar o comando no host ou dentro do container que este runner subiu" é INTERNA ao runner — decisao_de_execucao/1 já roteia INCONDICIONALMENTE todo comando de projeto runner conectado para RunnerRouter.exec/4 (RN-423). O que muda é só apps/runner/src/index.ts: EstadoDoRunner ganha containerAtivo (o NOME do container que ESTE runner subiu, ou null), e tratarExec passa a rotear pra DockerViaCli.exec (via docker exec) quando há container ativo, ou pro caminho de sempre (executarComando direto no host) quando não há — o cwd, já validado por validarCwdDentroDaRaiz contra a raiz do projeto, é traduzido pra dentro de /work por troca de PREFIXO (cwdParaContainer, guard.ts), mesmo raciocínio de cwd_para_container/2 do lado engine (RN-492).

guard.ts (contenção em $HOME no Linux, RN-434) passa a cobrir também o caminho montado, sem NENHUMA validação nova. O bind-mount do container É estado.dir — a mesma raiz que validarDirDentroDoHomeNoLinux já validou no startup da CLI, antes de qualquer container subir. Não existe uma segunda checagem de "caminho de mount válido" porque não precisa existir: o mount É a raiz confirmada, ponto.

  • Onde: apps/runner/src/channel.ts, apps/runner/src/index.ts (EstadoDoRunner.containerAtivo, tratarContainerStart/Stop/Remove, tratarExec), apps/runner/src/guard.ts (cwdParaContainer), apps/engine/lib/engine/runners/runner_router.ex (start_container/stop_container/remove_container), apps/engine/lib/engine_web/channels/terminal_channel.ex, apps/engine/lib/engine_web/controllers/container_command_controller.ex, apps/engine/lib/engine_web/router.ex, apps/api/src/application/ports/api-to-engine-client.port.ts (RunnerNaoConectadoError, RunnerRecusouContainerError), apps/api/src/infrastructure/http-clients/api-to-engine-client.ts, apps/api/src/application/use-cases/actions/execute-container-start.use-case.ts, apps/api/src/application/use-cases/actions/execute-container-stop.use-case.ts, apps/api/src/application/use-cases/actions/execute-container-remove.use-case.ts
  • Teste: apps/runner/src/channel.spec.ts (roundtrip dos três pares novos), apps/runner/src/index-handlers.spec.ts (tratarExec roteia host vs. container; tratarContainerStart/Stop/Remove nunca lançam), apps/runner/src/guard.spec.ts (cwdParaContainer), apps/engine/test/engine/runners/runner_router_test.exs, apps/engine/test/engine_web/channels/terminal_channel_test.exs, apps/api/test/infrastructure/http-clients/api-to-engine-client.spec.ts, apps/api/test/application/use-cases/actions/execute-container-start.use-case.spec.ts, apps/api/test/application/use-cases/actions/execute-container-stop.use-case.spec.ts, apps/api/test/application/use-cases/actions/execute-container-remove.use-case.spec.ts (os três com describe "mounted/runner (ADR 0137)")
  • Decisão arquitetural: ADR 0137
  • Origem: plano do dono do produto, Parte 1 / PR 1.3

FASE 29 — a instalação de uma linha: assinar o que se publica

RN-525 — O proxy do binário confere o hash contra o manifesto da mesma release, recusa quando não pode conferir, e DIZ que isso é integridade e não procedência

GET /runner-releases/binary é @Public(), sem autenticação, e é o passo 4 do fluxo de configuração pelo navegador (RN-473, ADR 0118). Até a sessão 3 da FASE 29 ele validava a ENTRADA (platform contra uma allowlist fechada) e transmitia os bytes do GitHub direto para o cliente, sem verificar nada — é o consumidor que o ADR 0149 nomeia e a RN-524 deixou pendente.

Agora ele confere o sha256 dos bytes contra o checksums.txt da MESMA release antes de responder qualquer coisa, e o header Content-Digest (RFC 9530) repete o hash conferido, para quem receber poder refazer a conta.

O que esta verificação NÃO faz, e está escrito onde ela é feita. Ela não verifica a assinatura do manifesto (checksums.txt.bundle). Isto é integridade contra o manifesto, não procedência: quem consiga reescrever a Release reescreve os dois arquivos e passa. As duas formas de fechar isso foram MEDIDAS nesta sessão, e as duas foram recusadas:

caminho medido por que não
cosign na imagem da api 155 MB (cosign-linux-amd64 v2.6.1) quase dobra a imagem de runtime (Alpine + Node), publicada por digest no GHCR (ADR 0119), para verificar um download opcional
@sigstore/verify + @sigstore/tuf 2,5 MB, 12 pacotes o tamanho não é o custo. getTrustedRoot() refresca metadados TUF contra tuf-repo-cdn.sigstore.dev (o seeds.json do pacote só semeia o root.json), então uma rota pública que hoje depende de UM host de terceiro passaria a depender de dois. E, pela régua dos ADRs 0041/0042 — capability só é declarada quando provada —, não há como provar o caminho hoje: nenhuma Release tem checksums.txt.bundle, porque o job checksums nasceu na sessão 2 e só roda numa tag final, lacuna que a própria RN-524 já declara do lado de quem assina

Quem verifica a ASSINATURA é o install.sh (sessão 4/7), que tem cosign de verdade e o baixa pinado com sha256sum -c (decisão 4 do ADR 0149). BRB-005 segue aberto para a metade de procedência desta rota, e o registro diz isso — não é rodapé, é o limite do que a rota prova.

Release sem checksums.txt é RECUSA, nunca "sirvo avisando". Um aviso que se aceita clicando é uma verificação que não existe (ADR 0149, decisão 3) — e seria o downgrade mais barato possível: apagar 400 bytes da Release desligaria a conferência de todo mundo. O custo está medido e é pequeno: na v5.0.0 há dois binários (linux-x64, linux-arm64) e nenhum manifesto, e o passo do binário é best-effort no fluxo do navegador (RN-473, passo 4) — ele fica sem o agente local e diz isso (o npm saiu na AT-774). Toda release anterior à primeira tag depois do ADR 0149 cai nesse caminho, por construção.

Os seis desfechos de 502 não colapsam. O status sozinho não os separa e eles pedem ações diferentes de quem chamou, então a recusa carrega um motivo no corpo — plataforma_nao_publicada, release_sem_manifesto, manifesto_nao_cobre_a_plataforma, manifesto_ilegivel, download_falhou, hash_divergente. É a régua da RN-470 numa resposta de api: "essa plataforma não saiu ainda" manda esperar a próxima release, "release sem manifesto" manda usar o npm, e "hash divergente" é incidente. Em especial, "manifesto não listado na release" e "manifesto listado que falhou ao baixar" são desfechos DIFERENTES — confundi-los mandaria a pessoa instalar pelo npm por causa de uma falha de rede momentânea.

Conferir hash exige ler todos os bytes, e isso passa pelo disco. Bufferizar os ~79 MB do binário em memória seria exaustão trivial numa rota pública (o pod da api tem limits.memory: 512Mi), e cachear os bytes seria pior — cinco plataformas × 79 MB. Os bytes descem em stream para um arquivo temporário em /tmp (um emptyDir montado justamente porque o rootfs da api é read-only), com o hash calculado no caminho, e o arquivo é relido em stream para o cliente só depois de o hash bater: memória constante, e nenhum byte não conferido chega ao cliente. Um teto de 256 MiB aborta resposta absurda antes de encher o /tmp. O cache existente (URLs, 5 min) fica, e passa a guardar também o manifesto já parseado — centenas de bytes de TEXTO, nunca bytes de binário —, na MESMA entrada e nunca num cache próprio: em janelas diferentes, uma release publicada no meio faria o hash novo ser conferido contra o binário velho, e o desfecho seria um hash_divergente que pareceria adulteração.

  • Onde: apps/api/src/interfaces/http/runner/runner-releases.controller.ts (a verificação, o teto de bytes, o arquivo temporário e o Content-Digest), apps/api/src/interfaces/http/runner/checksums.ts (a leitura pura do manifesto e a união de MotivoDaRecusa), apps/web/src/lib/runner-bootstrap.ts (baixarBinario passa a ler message e motivo do corpo, e a frase chega em falhaDoBinario)
  • Teste: apps/api/test/interfaces/runner-releases.controller.spec.ts (caminho feliz com Content-Digest; hash divergente sem NENHUM byte nem header no corpo; release sem manifesto recusando antes de baixar o binário; manifesto que não cobre a plataforma; manifesto ilegível; download falhado; e o cache guardando release e manifesto juntos) e o describe('parsearChecksums') do mesmo arquivo; apps/web/src/lib/runner-bootstrap.test.ts (a frase da api e o motivo chegando ao chamador, e corpo não-JSON não virando segunda exceção)
  • Origem: FASE 29, sessão 3. ADR 0149, o terceiro consumidor da tabela da decisão 3 — pela METADE que a api pode provar hoje, com a outra metade nomeada em vez de fingida | BACKUP_DIR aponta para um diretório que existe e NÃO aceita escrita | o backup recusa ANTES do pg_dump, dizendo que é ESCRITA — um destino read-only passaria num teste de existência e falharia depois, com o diagnóstico apontando para o lugar errado (RN-528) | | git gc concorrente apaga um packfile no meio do tar dos bare repos | a execução vira failed em backup_runs, com o status do tar nomeado — nunca um arquivo parcial que se anuncia como bom, porque só a falha vira alerta (RN-528) | | Volume git_local_repos não montado no container de backup (o CronJob do k8s) | o passo é PULADO e dito no log — e "não montado" nunca é colapsado com "montado e vazio", que é estado normal de instalação sem projeto local (RN-528) | | Há bare repos no volume e NENHUM arquivo no prefixo git-daily/ | brabo-restore-git reprova dizendo que este volume está sem cobertura — ausente-e-vazio é outro desfecho, e sai com sucesso (RN-528) | | Arquivo dos bare repos truncado | reprova ao ser LIDO (tar -tzf), nunca pelo tamanho: um tar cortado tem bytes de sobra. É o pg_restore --list do lado do git (RN-528) | | brabo-restore-git --restaurar num volume que já tem bare repos | recusado: sobrepor dois estados de repositório não levanta erro nenhum e só aparece num fetch com história errada. RESTORE_GIT_FORCE=1 para quem quer mesmo (RN-528) | | brabo-restore-git --restaurar sem poder escrever no volume (uid 70 × dono da api) | recusa ANTES do tar, nomeando --user 0:0 — descobrir no meio da extração deixaria o volume pela metade. E o que é extraído como root volta para o dono do DIRETÓRIO (RN-528) |

RN-526 — O instalador verifica a própria origem, NOMEIA o que achou antes de perguntar, e nunca apaga pasta de usuário

install.sh (raiz do repositório, versionado e publicado como asset da Release) é a porta única de instalação. Quatro garantias, e cada uma existe contra um defeito concreto:

A invocação preserva o stdin e deixa um ARQUIVO. A forma documentada é curl -fsSLO …/install.sh && bash install.sh — baixar e rodar um arquivo com bash —, e nunca curl … | sh: com o script chegando pelo pipe, o stdin do processo É o download, e qualquer read lê bytes do próprio script ou encontra EOF. Um instalador que não consegue perguntar escolheria sozinho onde criar pastas no computador de alguém — o oposto da régua que a RN-511 já aplica ao consentimento da base. Até a AT-083 a forma documentada era sh -c "$(curl -fsSL …)", e ela nunca funcionou: a verificação da própria origem (o parágrafo seguinte) calcula o hash de $0, e em X -c "…" o $0 é o nome do shell, não um arquivo; com dash como sh o script morria antes, no set -o pipefail. A decisão do mantenedor (18/09) foi mudar a DOC e manter a verificação por $0, sem porta de pular (ADR 0150). As formas erradas viraram recusas nomeadas, antes do primeiro download, que imprimem a forma certa: rodar sob um shell que não é bash (bloco POSIX no topo, antes do set -o pipefail) e rodar sem arquivo (exigir_o_proprio_arquivo, que exige o BASH_SOURCE do nível de cima e um $0 legível — /bin/bash -c deixa $0=/bin/bash, que existe, e sem a primeira metade o hash dele iria ao manifesto e a pessoa leria a frase de adulteração). A forma é UMA constante (COMO_RODAR), usada pelas recusas e pelo relato sem TTY.

Ele verifica a própria origem antes de agir, e a cadeia tem dois elos: a assinatura do checksums.txt da Release (RN-524), e o hash deste arquivo dentro do manifesto verificado. O cosign que faz a verificação é ele mesmo pinado por versão e conferido por hash contra o valor escrito no script — quem confia no install.sh o bastante para executá-lo confia no hash que ele carrega, e a cadeia não fica mais frágil que o elo que a inicia. Falha em qualquer elo é recusa nomeada, nunca aviso.

Calcular hash tem UMA função e DUAS ferramentas aceitas — sha256sum ou shasum -a 256 —, resolvidas antes do primeiro download e nunca no meio de uma verificação: a máquina que não tem com que conferir não deve chegar a ter o que conferir. Faltar as duas é recusa PRÓPRIA, que nomeia as duas ferramentas, diz onde cada uma mora e afirma que nada foi baixado — nunca a recusa de hash divergente, que é a de incidente ("pare e investigue"). A distinção não é estilo: o script chamava sha256sum direto nos cinco pontos de verificação, o macOS não o traz, e o command not found chegava a quem instalava como acusação de adulteração — bloqueando toda instalação na plataforma que o próprio script suporta (há cosign darwin-* pinado nele) e ensinando a ignorar a frase no dia em que ela for verdade. --print-plan roda sem nenhuma das duas e declara qual o script aceita (conferir-hash). E há uma TERCEIRA recusa, desde a AT-083: a ferramenta existe mas não consegue ler o arquivo. Sem ela, hash_sha256 devolvia vazio de dentro da substituição de comando (o errexit não chega ao subshell) e a comparação seguinte falhava com o texto de incidente do chamador — a acusação de adulteração da AT-091 por outro caminho. Agora é falha_ao_calcular_hash, que nomeia o arquivo e diz que não houve o que comparar.

A detecção nomeia o que achou. Pelo marcador ($XDG_STATE_HOME/brabo/install-state.json) quando ele existe; por sinais (projeto de compose brabo*, units brabo-runner-*, binário no PATH) quando não — e a lista é impressa antes de qualquer pergunta. Não existe o caminho "achei algo e decido sozinho". Sem TTY o script relata e sai 0, como consentir-base.mjs já faz.

Ele nunca apaga pasta de usuário. A base de projetos e a pasta de espelho estão fora do alcance de qualquer confirmação — a mesma régua do espelho (RN-516): pasta de usuário é acúmulo, não estado do produto. Volume nomeado só sai com confirmação, e listado um a um antes de perguntar.

O marcador mora no $XDG_STATE_HOME e não em ~/.brabo/, que é onde o runner guarda coisa por PROJETO: estado de instalação e configuração de projeto são vidas diferentes, e juntá-los faria a remoção de um apagar o outro.

Onde: install.sh (raiz). Teste: scripts/dev/install.spec.ts — os modos --print-state e --print-plan provam a DECISÃO sem TTY, sem rede e sem efeito, no molde de bootstrap.spec.ts; e o bloco "o hash num PATH sem sha256sum" roda as funções de hash no shell de verdade, com o PATH montado ferramenta por ferramenta, conferindo as DUAS recusas (ferramenta ausente × hash divergente) e que a primeira nunca usa o vocabulário da segunda; scripts/dev/install-invocacao.spec.ts roda o script pelas formas erradas (bash -c, /bin/bash -c, pipe, dash -c, dash install.sh) e cobra a recusa nomeada com a forma certa antes de qualquer download, a terceira recusa de hash, e que runbook, bootstrap e cabeçalho ensinam a MESMA forma. Origem: FASE 29, sessão 3 (ADR 0150). Nesta sessão o script não instala nada — subir o compose, gerar segredos e instalar o runner são as sessões 4 e 7, e ele diz isso na saída em vez de terminar em silêncio.

RN-531 — O instalador consente UMA base para os dois lados e instala o agente local já executável

Uma base, consentida uma vez. O install.sh pergunta onde os projetos vão morar e grava o mesmo caminho nos DOIS lugares: BRABO_PROJECTS_BASE no .env (o servidor, ADR 0141) e o campo base do runner.json (o agente local, RN-529). O que difere entre mounted e runner é quem executa, não onde o código mora — duas bases diferentes para a mesma pasta seriam a colisão de namespace que o ADR 0141 recusou por escrito.

A base é recusada quando não é absoluta, quando fica dentro do checkout do Brabo e quando contém o checkout — os dois sentidos, como o preflight.mjs já faz do lado do servidor. O ~ não é expandido de propósito: o valor vai para um arquivo de configuração, e um ~ gravado ali é lido literalmente.

O agente local é instalado já executável. O binário é baixado, conferido contra o mesmo checksums.txt assinado que o script já verificou para conferir a si mesmo (RN-524) — baixá-lo duas vezes seriam duas chances de pegar manifestos diferentes, e a segunda não seria verificada — e instalado com install -m 0755, que põe o bit de execução no mesmo ato em que copia.

Isso fecha o BRB-031. O chmod +x manual sobreviveu à FASE 28 porque a instalação como serviço não vinha de um artefato versionado: quem chegava a rodar brabo-runner service install já precisara tornar o binário executável para chegar ao comando. Vindo do instalador, o passo desaparece — a File System Access API do navegador não preserva o bit, um script preserva.

Release sem o binário da plataforma não interrompe a instalação: o resto já está de pé, e a mensagem aponta a issue no brabo-runner (o npm saiu na AT-774). É a mesma disposição do passo do binário na configuração pelo navegador (RN-473), e a razão é a mesma — o agente local é a última etapa, não um pré-requisito.

Onde: install.sh, consentir_base e instalar_o_runner. Teste: scripts/dev/install.spec.ts — install -m 0755 presente, a instrução de chmod dirigida ao usuário ausente, e a conferência contra o manifesto assinada nomeada. Origem: FASE 29, sessão 7 (ADR 0150, ADR 0151).

RN-534 — O instalador entra no manifesto assinado, e é exercitado numa máquina limpa

Duas metades da mesma garantia.

O install.sh entra no checksums.txt e na Release. Sem isso a verificação que ele faz de si mesmo (RN-526) seria letra morta: ele confere o próprio hash contra o manifesto assinado, e o manifesto não o cobria. O arquivo vem do checkout da tag, não de download — é o mesmo commit que produziu tudo o mais que está sendo assinado no mesmo job.

E ele é exercitado numa máquina limpa, que é o que o runner efêmero do Actions é: host recém-criado, sem Brabo, sem .env, sem marcador. O E2E prova, nessa ordem: o plano não deixou de prometer o que nunca apaga; o estado numa máquina limpa não inventa marcador nem sinais; sem TTY o instalador relata, sai 0 e não grava; e, com um TTY de verdade (não um pipe — o pipe é justamente o que mataria o consentimento), a instalação completa verifica assinatura, confere o próprio hash, grava o marcador e deixa o .env em modo 600.

Correção (AT-083): o "TTY simulado por script -qec" que este parágrafo afirmava nunca foi TTY para o instalador. O passo rodava script -qec "… ./install.sh … < respostas", com o < DENTRO do comando do script: o stdin do instalador era o arquivo, [ -t 0 ] era sempre falso, e o fluxo interativo nunca foi exercitado. Hoje quem roda o instalador é um driver de PTY em Python (python3 -I, sem dependência nova), que o põe no lado escravo do pty e ESPERA cada pergunta antes de responder — e, para as duas de senha, espera o eco estar DESLIGADO, o que prova o "sem eco" da RN-547 e impede a senha de aparecer na saída. O E2E também baixa e roda o instalador pela MESMA forma que o runbook manda (curl -fsSLO + bash install.sh, RN-526), e reprova de cara se o instalador disser "Sem terminal interativo". Como o workflow segue sem rodar em PR, o driver é extraído dele e exercitado em scripts/dev/install-e2e.spec.ts contra um instalador de mentira (terminal visto, respostas em ordem, senha fora da saída, e as duas paradas nomeadas), com a forma antiga fixada como a que NÃO dava terminal.

Ele não roda em pull_request, e o motivo é o mesmo da assinatura: o manifesto assinado só existe depois de uma tag final. Fazer o script rodar em PR exigiria dar-lhe uma porta para PULAR a verificação — a porta que o ADR 0150 recusa, e que uma vez aberta valeria para qualquer um, não só para o CI. É a decisão que o golden-set do RAG já tinha tomado pelo mesmo raciocínio (ADR 0138): o que não é exercitável em PR roda em cadência própria, e o workflow diz por quê em vez de fingir cobertura.

Onde: .github/workflows/install-e2e.yml; .github/workflows/build-runner-binaries.yml, job checksums. Teste: o próprio workflow — e scripts/dev/install.spec.ts continua cobrindo a decisão sem rede; scripts/dev/install-e2e.spec.ts (bloco "o TTY do E2E é um TTY para o INSTALADOR") exercita o driver de PTY em PR. Origem: FASE 29, sessão 10 (ADR 0149, ADR 0150).

TODO(humano): as RNs acima foram extraídas do código e dos testes. Falta confirmar se existe regra de negócio não implementada que deveria estar aqui — algo combinado e ainda não codificado não aparece nesta varredura.


Os artefatos dos agentes viram arquivo, em docs/ (RN-523)

RN-542 — O instalador compara a versão instalada com a que vai instalar, e a oferta é específica por relação

O install.sh detectava instalação anterior desde a RN-530 e oferecia migrar com backup provado. O que ele não sabia era qual versão estava lá: o marcador ($XDG_STATE_HOME/brabo/install-state.json) gravava schemaVersion, instaladoEm, plataforma, fonte, digests e caminhos — e nada que dissesse 5.0.0. A pergunta "migrar esta instalação?" era cega nos dois lados, e quem respondia não tinha como saber se aquilo subia, descia ou repetia.

A informação sempre esteve à mão e era ignorada: images.json da Release traz "versao" ao lado de commit e publicadoEm, e resolver_imagens_do_ghcr lia só repositorio e digest. Pela outra ponta, --source=local já exige árvore limpa e em tag — então git describe é uma versão confiável ali, pelas duas recusas que já aconteceram antes.

A ordem é a decisão. As imagens passam a ser resolvidas antes da detecção: saber o que entra é pré-requisito de perguntar se o que existe sai. O marcador sobe para schemaVersion: 2 e grava versao e commit — os dois juntos, porque um marcador novo sem o campo passaria por antigo.

Com as duas versões em mãos, a oferta deixa de ser uma pergunta e vira quatro, uma por relação:

relação oferta default
maior Atualizar 5.0.0 → 5.1.0? sim — é o que a pessoa veio fazer, e o backup provado torna reversível
igual Já é a 5.0.0. Reinstalar do zero mesmo assim? não — não há ganho a oferecer
menor nomeia rebaixamento, avisando que migração de banco não anda para trás não — pode não ter volta
nova-linha Atualizar 7.0.0 (linha anterior) → 1.0.0 (linha nova)? — a RN-998 sim — o recomeço das versões em 1.0.0 não é rebaixamento
desconhecida marcador de schema 1 não tem versão: diz isso, e não adivinha não

O ramo maior era o único com default sim, e é o único que pode tê-lo: o passo é reversível pelo backup que acabou de ser provado. Desde a RN-998 a relação nova-linha divide esse default, pelo mesmo motivo (é atualização, só com outra numeração). Os outros três exigem um s digitado.

Em qualquer ramo a instalação é apagada e recriada do zero, nunca subida por cima — decisão do dono do produto, e a mesma razão da RN-530: um up sobre volumes de outra versão é estrago que não avisa, e meia migração é pior que nenhuma. A cadeia backup → PROVAR → perguntar → apagar → instalar → restaurar não muda em nenhum deles.

comparar_versoes é implementada à mão e não com sort -V: o BSD sort do macOS ganhou -V tarde, e este script roda na máquina dos outros — a mesma disciplina que já fez sha_do_cosign recusar array associativo por causa do bash 3.2. Ela ecoa o veredito em vez de devolver código de saída, porque sob set -e um return 1 legítimo mataria o script.

No menu do pnpm bootstrap, Docker › Instalar (install.sh) relata o plano e não instala — mecânica, não preferência: item de menu roda com stdin em /dev/null para o menu seguir lendo teclas do mesmo terminal, e este instalador existe para PERGUNTAR (é o motivo de o ADR 0150 recusar curl | sh). É o mesmo desenho do item Base de projetos (RN-511), e a nota do item carrega o comando que instala de verdade.

  • Código: install.sh (comparar_versoes, campo_do_marcador, resolver_imagens_do_ghcr, resolver_imagens_locais, main); scripts/dev/bootstrap.sh (item 1.7)
  • Teste: scripts/dev/install.spec.ts — "a comparação de versões" e "o marcador registra a versão"; a função é extraída do script e rodada por bash, nunca reimplementada em TS (uma cópia continua passando depois que o shell quebra)
  • Achado rodando, não lendo: cut -d. sobre uma string sem ponto devolve a linha inteira, não vazio — então 5.0.0 vs 5 respondia menor. Normalizado com .0.0 no fim, com teste de regressão.
  • ADR: 0150
  • Origem: pedido do dono do produto — "o sh deve ser inteligente de entender que já há uma versão e verificar se será uma nova versão a ser executada ou não... caso seja uma nova ou escolhido isso pelo usuário deverá deletar a anterior e instalar do zero para evitar possíveis erros"

A chave de dispositivo passa a poder ser da MÁQUINA (RN-543, FASE 30)

RN-543 — runner_device_keys.project_id nulo é a chave de MÁQUINA: vale para os projetos do DONO, resolvida contra o projeto pedido

A identidade do agente local era por PROJETO. Uma máquina com três projetos em modo runner tinha três chaves, três pastas com brabo-runner-device-key.jwk.json e três units de serviço — e a pessoa passava três vezes pelo mesmo fluxo de navegador (RN-464..466, RN-475) para descrever uma máquina. É o item 4 dos cinco acoplamentos que o ADR 0154 mediu; os itens 1, 2 e 3 (tópico, socket id, ticket) descrevem uma conexão e N conexões os satisfazem byte a byte, então nada no engine muda aqui.

Uma tabela, duas espécies. project_id preenchido = a chave de PROJETO de sempre. project_id NULL = a chave de MÁQUINA. Tabela irmã foi considerada e recusada no ADR: PatAuthGuard acha a pública pelo kid e não precisa saber a espécie, e duas tabelas fariam duas buscas — a segunda esquecida exatamente uma vez. NULL e não sentinela: a FK é real, e project_id = '00000000-…' exigiria uma linha falsa em projects. user_id continua NOT NULL — o ADR recusa chave que atravesse usuários, porque a credencial descreve quem age.

O ponto que decide tudo é um só. PatAuthGuard.autorizarPapel recusava quando o projeto da credencial diferia do projeto da rota. Essa comparação não foi apagada: ela é o que impede a chave do projeto A servir o projeto B, e ela some só para project_id nulo, porque aí não há o que comparar. O papel passa a se resolver contra o projeto PEDIDO, que é o ADR 0154 ponto 2 ao pé da letra — "a autorização continua sendo a de sempre, resolvida contra o projeto pedido". Nenhum teto novo e nenhum afrouxado: a chave de máquina não dá ao runner nada que o DONO dela já não tivesse, e papel insuficiente no projeto pedido continua 403. O ramo do PAT não muda — personal_access_tokens.project_id continua NOT NULL.

O agente PERGUNTA quais projetos atende. GET runner/projects devolve os projetos em execution_mode: 'runner' nos quais o dono da credencial alcança pelo menos developer — o MESMO mínimo de runner-ticket, porque listar projeto cujo ticket seria recusado é prometer o que a rota seguinte nega. Ele pergunta em vez de varrer o disco: a base da máquina é do usuário e pode ter pasta que não é projeto nenhum, e adivinhar por nome de pasta é a classe de erro que o ADR 0141 recusou. O que viaja é o SEGMENTO (workspaceDirName, RN-109) e nunca um caminho absoluto — o mesmo invariante do broker.

É a primeira rota @RequirePatAuth() sem :projectId no caminho, e as duas consequências são travadas por teste: só credencial de MÁQUINA entra (uma de projeto descreve um projeto só e não tem o que descobrir — 403 com mensagem PRÓPRIA, nunca a de "projeto errado", que mentiria sobre o motivo), e não há @RequireRole, porque não há projeto contra o que resolvê-lo. O mínimo é aplicado por LINHA, com a régua ÚNICA do produto (ResolveEffectiveRoleUseCase.forProject, projectRole ?? workspaceRole — RN-471); a consulta de candidatos em SQL é alcança, nunca tem papel, e reescrever o ?? ali seria uma segunda régua. Por isso route-surface.spec.ts a classifica como jwt — o classificador lê @RequireRole e não enxerga mecanismo — e docs/security-surface.md corrige a leitura em prosa, exatamente como já faz para runner-ticket.

A listagem da RN-519 passa a dizer a ESPÉCIE. Uma chave de máquina serve todo projeto do dono, então ela entra na listagem de todos — marcada (especie: 'maquina', projectId: null). As duas metades são obrigatórias: sem entrar na lista ela seria invisível e permanente em toda tela, que é o defeito que a RN-519 fechou renascido na espécie nova; sem a marca, a mesma linha apareceria em N projetos parecendo N chaves diferentes. A espécie é DERIVADA de project_id num lugar só — não há coluna para ela, e não deve haver.

E a revogação passa a ter alvo PLURAL. RN-520 derruba a conexão viva de {projeto, usuário}, e uma chave de máquina não nomeia projeto nenhum. Não derrubar reabriria exatamente o que a RN-520 fechou — a chave morre para ticket NOVO e as conexões vivas seguem executando comando aprovado —, agora em N conexões em vez de uma. Então revogar uma chave de máquina pede um disconnectRunnerOfUser por projeto em modo runner que o dono alcança. É a consequência que o ADR declarou por antecipação ("revogar passará a derrubar todos os projetos daquela máquina"), e ela cabe sem tocar o engine: a assinatura {projeto, usuário} fica byte a byte, só é chamada N vezes. A lista vem dos CANDIDATOS, sem filtro de papel, e isso é deliberado — desconectar não é decisão de autorização, e faltar um projeto deixaria de pé o que a revogação existe para matar.

  • Código: apps/api/src/db/schema/auth.ts (runnerDeviceKeys.projectId, sem .notNull()); apps/api/src/db/migrations/0058_public_war_machine.sql; apps/api/src/interfaces/http/auth/pat-auth.guard.ts (autorizarPapel); apps/api/src/interfaces/http/runner/runner-projects.controller.ts; apps/api/src/application/use-cases/runner/list-runner-projects.use-case.ts; apps/api/src/infrastructure/persistence/drizzle/project.repository.ts (listRunnerModeReachableBy); apps/api/src/infrastructure/persistence/drizzle/runner-device-key.repository.ts; apps/api/src/application/use-cases/auth/revoke-runner-device-key.use-case.ts
  • Teste: apps/api/test/interfaces/pat-auth.guard.spec.ts — "chave de MÁQUINA", com os DOIS sentidos travados (a de máquina vale em qualquer projeto; a de PROJETO continua recusada em projeto diferente) e a rota sem :projectId; apps/api/test/application/use-cases/runner/list-runner-projects.use-case.spec.ts (papel abaixo de developer fica de fora); apps/api/test/infrastructure/persistence/drizzle/runner-device-key.repository.spec.ts e .../project-runner-mode.repository.spec.ts (contra o Postgres — o que mudou é um NOT NULL e um WHERE, e fake nenhum prova qualquer um dos dois); apps/api/test/application/use-cases/auth/revoke-runner-device-key.use-case.spec.ts ("o alvo da desconexão vira PLURAL"); apps/api/test/interfaces/http/runner/runner-projects.controller.spec.ts
  • Lacuna DECLARADA, e FECHADA pela RN-552: quando esta RN fechou, nenhuma rota da api criava chave de máquina — a rota nasceria no PR que tivesse o primeiro chamador real, o install.sh (ADR 0155 ponto 4), nunca antes. Foi o que aconteceu: POST /internal/machine-device-keys. O tipo da porta já é o da COLUNA (projectId: string | null), para o consumidor futuro não ter o que mudar ali. E o web continua sem tela onde listar ou revogar chave de dispositivo (a metade aberta da RN-519): a espécie nova torna a lacuna maior, e ela fica declarada, não fechada aqui. FECHADA depois pela RN-561, que é a tela — e a marca de espécie criada aqui é o que ela usa para não mentir sobre o alcance de revogar.
  • ADR: 0154
  • Origem: FASE 30, sessão 2 — o recorte da fase

A primeira conta de uma instalação nasce no terminal (RN-546)

RN-546 — Rota interna cria a PRIMEIRA conta, já verificada, e recusa quando existe qualquer usuário

Sessão 5 da FASE 30, decidida pelo ADR 0155. É a metade de api do passo que fecha a instalação de uma linha; o install.sh que consome esta rota é a sessão 6, e ele chegou na RN-547.

O buraco, medido. Numa instalação nova ninguém consegue entrar. O .env que o instalador gera não tem nenhuma variável de e-mail, MAIL_TRANSPORT cai no default log (docker/docker-compose.install.yml), e o registro normal exige verificar e-mail — que por um canal desligado não fecha. A instalação termina dizendo "Pronto" e a única saída é pescar o link em docker compose logs api.

A rota. POST /internal/first-account, engine-service — autenticada pelo BRABO_SERVICE_TOKEN, no mesmo cabeçalho e com a mesma comparação em tempo constante das outras rotas internas. Corpo { email, senha, nome? }, resposta { userId, email, workspaceId }, 201.

Por que interna, e nunca pública. Uma rota pública de "criar o primeiro owner" é uma corrida entre quem instalou e quem escaneou a porta, e quem perde a corrida perde a instalação: owner do primeiro workspace não é papel que se recupere por HTTP. O service token fecha a corrida no lugar certo — ele é gerado pelo próprio install.sh e escrito no .env com modo 600, então apresentá-lo prova controle da máquina, que é a credencial que este passo realmente quer.

A conta nasce VERIFICADA, e é a única coisa que esta rota afrouxa. O que a verificação de e-mail prova é "esta pessoa controla esta caixa"; quem roda o instalador já provou algo mais forte — a máquina, o .env com os cinco segredos e o daemon do Docker. Exigir dela a prova mais fraca, por um canal que a instalação sabe estar desligado, é teatro. O registro normal fica byte a byte: o ADR cria um caminho para um caso nomeado, não mexe no outro.

A recusa é sobre a INSTALAÇÃO, não sobre o e-mail. UserRepository.existeAlgumUsuario() (SELECT 1 … LIMIT 1, nunca count(*)), e 409 havendo qualquer usuário. A pergunta é sobre users e não sobre auth_credentials, porque conta provisionada por login social (RN-278) nasce sem credencial e perguntar pela credencial diria "não há ninguém" numa instalação povoada. Herdar a idempotência por e-mail de provisionarUsuario transformaria a rota num criador de contas com nome enganoso — bastaria variar o endereço. Numa migração (RN-530) os usuários vêm no restore e o passo se cala pelo mesmo critério.

Workspace pessoal na MESMA transação (RN-410). Este é o TERCEIRO ponto de criação de conta, e ele não ganha regra de nome/slug própria: chama a mesma nomeESlugDoWorkspacePessoal dos outros dois. Sem isso a instalação fecharia com um login que atravessa e um dashboard onde "Novo projeto" não tem onde criar — a metade do buraco que esta fase veio tapar, não a outra.

A extração, e por que não BRABO_FORCE_SEED. provisionarUsuario recusa rodar com NODE_ENV=production, e o instalador roda exatamente em produção. O que a recusa protege está escrito no docblock dela: senha conhecida criada sem interação humana. A rota é outra categoria — a senha é escolhida por um humano no TTY, lida sem eco e confirmada, atrás do service token, e só quando não há usuário nenhum. Então o núcleo (o trio de escritas que faz a conta nascer verificada) virou ProvisionarUsuarioUseCase, e a recusa ficou no script, que é quem ela protege. Mandar o instalador se declarar "seed forçado" o faria atravessar uma regra que nunca falou dele, e afrouxaria a recusa justamente onde ela vale.

Uma régua de senha, não duas. exigirSenhaValida do domínio, chamada pelo MESMO código que o registro chama — e por isso o DTO desta rota não repete um @MinLength: a chamada cobre as CINCO recusas da política, não só o comprimento. O @MaxLength fica, porque não é política: é proteção de argon2id, que copia a entrada antes de derivar. PoliticaDeSenhaError é Error de domínio e não tem filtro global, então o caso de uso traduz para 400 — sem isso o instalador leria "erro do servidor" onde a resposta certa é "escolha outra senha". Traduzir ali não toca o registro normal.

Kind próprio na trilha de auth. first_account_created, e não register_created: a conta nasce verificada sem e-mail nenhum ter sido enviado, e quem audita depois precisa ver isso escrito, não deduzir pela ausência de um email_verified ao lado. União fechada no TypeScript, coluna text no banco — kind novo não custa migração.

Sem GET. "Existe algum usuário?" é pergunta que ninguém precisa fazer de fora: o POST responde 201 ou 409, e o 409 já é a resposta. Uma rota de leitura publicaria o mesmo fato com uma superfície a mais, e a resposta dela seria o sinal exato que um scanner quer.

A superfície nova está declarada, não escondida. Passa a existir um segundo caminho de criação de usuário que funciona em PRODUÇÃO. Ele é estreito em três contagens independentes (primeira conta, rota interna, service token) e some assim que a instalação tem gente. Está no security-surface.md, nas Consequences do ADR e aqui.

Uma janela declarada, não fechada. A checagem de "existe algum usuário" roda DENTRO da transação, mas READ COMMITTED não impede duas chamadas concorrentes com e-mails diferentes de passarem juntas. Fechá-la exigiria lock consultivo sobre a ausência de linhas, e não é onde a contenção mora: quem alcança a rota já tem o service token, ou seja, já controla a instalação inteira. O que a condição impede é a rota VIRAR superfície permanente de criação de conta, e isso ela impede.

O que NÃO entrou, por decisão do ADR: rota pública de primeiro owner; senha gerada pelo código ou default (a senha nunca é gravada — nem no .env, nem no marcador, nem em log); SMTP ligado sozinho (MAIL_TRANSPORT=log continua o default declarado); credencial de LLM (é de quem vai gastar, RN-058); e qualquer mudança no registro normal.

  • Código: apps/api/src/application/use-cases/auth/criar-primeira-conta.use-case.ts (a recusa por instalação povoada, a régua de senha, o workspace pessoal e o evento), apps/api/src/application/use-cases/auth/provisionar-usuario.use-case.ts (o núcleo extraído, sem a recusa de produção), apps/api/src/scripts/provisionar-usuario.ts (só a recusa, mais a delegação), apps/api/src/interfaces/http/internal/internal-first-account.controller.ts, apps/api/src/interfaces/http/internal/dto/first-account-internal.dto.ts e …/first-account-internal.response.dto.ts, apps/api/src/application/ports/user-repository.port.ts e apps/api/src/infrastructure/persistence/drizzle/user.repository.ts (existeAlgumUsuario), apps/api/src/domain/auth/auth-event.ts (first_account_created), apps/api/src/domain/auth/password-policy.ts (INTOCADO — é a régua reusada)
  • Teste: apps/api/test/application/use-cases/auth/criar-primeira-conta.use-case.spec.ts (caminho feliz com conta verificada e workspace pessoal, o kind próprio, o 409 com instalação povoada, o 400 por comprimento e o 400 por motivo que NÃO é comprimento, e o fallback de nome); apps/api/test/interfaces/http/internal/internal-first-account.controller.spec.ts (o repasse ao caso de uso, o nome ausente virando null, e as três recusas do guard: cabeçalho ausente, token errado, token certo); apps/api/test/scripts/provisionar-usuario.spec.ts (a recusa de produção FICOU no script, e a delegação); apps/api/test/interfaces/route-surface.spec.ts (a rota classificada)
  • ADR: 0155, que depende do 0154

O install.sh fecha a instalação (RN-547, FASE 30)

RN-547 — O instalador cria a primeira conta, registra a chave desta máquina e sobe o agente como serviço — e o que falha no meio é RELATADO, nunca desfeito nem engolido

Sessão 6 da FASE 30, decidida pelo ADR 0155. A sessão tocaria três workspaces de uma vez e foi dividida em três: as duas peças do agente e da api já fecharam (RN-546, RN-551, RN-552, sobre a unit da RN-545), e o que sobrou aqui é o install.sh como orquestrador e nada mais — nenhuma linha de apps/ foi tocada, e nenhuma rota nasceu.

O buraco que fecha. Uma instalação nova terminava dizendo "Pronto" com um login que NINGUÉM atravessava: o .env gerado não tem variável de e-mail nenhuma, MAIL_TRANSPORT cai no default log, e o registro normal exige verificar e-mail. A única saída era pescar o link em docker compose logs api. E o agente local ficava instalado sem credencial, esperando que alguém voltasse ao navegador para parear uma pasta.

A cadeia, e cada elo já existia. POST /internal/first-account (RN-546) → brabo-runner device-key create (RN-551) → POST /internal/machine-device-keys (RN-552) → device-key finish --id <id> → brabo-runner service install --machine (RN-545). O id que a api devolve no registro é o que vira o kid da privada, e a cadeia inteira só o REPASSA — ninguém o deriva de outra coisa (RN-475). O --dir do serviço sai do CAMINHO que o finish imprimiu, não de uma segunda conta do script sobre onde a pasta de configuração fica.

O que acontece quando um elo do meio falha: nada é desfeito, tudo é RELATADO, e o script sempre sai 0. É a decisão desta entrega, e o argumento é que os elos já cumpridos são úteis por si — com a conta criada a pessoa entra, com a chave registrada a máquina está pareada, e o serviço é o único passo que ela repete à mão com um comando que o script imprime. Desfazer exigiria apagar conta e revogar chave, e não há rota para isso nem deveria haver uma que o instalador chame sozinho. O preço é que uma instalação pode terminar pela metade; o que ela nunca faz é terminar pela metade em SILÊNCIO — cada falha vira uma linha nomeada num bloco "O que ficou pendente", no fim, onde quem instalou ainda está olhando. Derrubar a instalação inteira por causa do último passo trocaria meia instalação por nenhuma.

Idempotência é o CÓDIGO HTTP, e 409 não é falha. As duas rotas respondem 409 quando a instalação já tem gente — uma segunda execução, ou uma migração (RN-530) cujo restore trouxe os usuários. Esse é o desfecho ESPERADO: o passo se cala dizendo por quê, e não entra nas pendências. Qualquer outro código é falha, e aparece com o código e a resposta da api ao lado. 000 — o curl que não chegou a falar com a api — tem tratamento próprio pelo mesmo motivo: colapsá-lo com um código de resposta faria "a api não subiu" ser lida como "a api recusou". E o passo do agente só roda quando ESTA execução criou a conta: com usuário preexistente, registrar uma chave de máquina cunharia credencial duradoura para alguém que não pediu nada nesta rodada.

A senha não toca disco nem argv. Lida no TTY sem eco (stty -echo, com o modo do terminal restaurado no fim), confirmada, e enviada à api pelo STDIN do curl — nunca por --data em linha de comando, que /proc/<pid>/cmdline publica para qualquer usuário da máquina, e nunca por arquivo. O cabeçalho com o BRABO_SERVICE_TOKEN vai num --config de modo 600, apagado em seguida: ele é segredo também, e esse segredo já mora em disco, no .env, com o mesmo modo. Sem stty na máquina o passo é recusado, nunca degradado para perguntar com eco — prometer sem eco e entregar com eco é pior que não perguntar. A senha não vai para o .env, não vai para o marcador e não vai para log nenhum; o marcador ganha o e-mail, que identifica e não é segredo, e o MARCADOR_SCHEMA sobe para 3 junto com o campo, pela mesma régua que o fez subir para 2 ao ganhar a versao.

A recusa de senha é repetível, e o teto é 3. A política é a do domínio (RN-546), a mesma do registro normal, e só é conhecida DEPOIS do POST. Abortar a instalação ali deixaria alguém com o compose de pé e a segunda execução caindo no caminho de migração — então o laço é do par pergunta+resposta, e esgotar o teto vira pendência nomeada em vez de recusa. Senha digitada diferente da confirmação não chega a sair da máquina. Tabulação no que foi digitado é recusada e nunca removida em silêncio: um instalador que reescreve a senha produz uma conta cuja senha não é a que a pessoa digitou.

A recusa do service install --machine é o caso COMUM numa máquina de desenvolvedor, e ela chega com as palavras dela. install --machine recusa quando há unit por PROJETO instalada, sem --force (RN-545: "instalar e avisar deixaria a instalação errada de pé"). O instalador repassa a saída do CLI INTEIRA em vez de resumi-la — é ela que nomeia o uninstall de cada unit encontrada, que é o gesto — e a pendência carrega o comando exato para repetir depois.

O name da chave é o hostname, e a escolha é deste script. A RN-551 declara por escrito que o CLI não nomeia: o name é campo do registro, e quem nomeia é quem registra. Quem abrir a lista de chaves de dispositivo precisa saber a QUAL máquina ir, e o hostname é o nome que a pessoa já usa para falar das máquinas dela — é o que o prompt do shell mostra. Não é segredo, não é único, e a api não deriva nada dele. Aspa e barra saem (sairiam do lugar dentro do JSON), o corte é em 80 (o @MaxLength(80) do DTO, aplicado aqui para a recusa não vir da api) e a ausência total de hostname e uname devolve um nome fixo — vazio viraria 400 pelo @MinLength(1), depois de a conta já existir.

O .parcial que sobra quando o registro não fecha FICA onde está, e é nomeado. O create grava a privada num arquivo com sufixo .parcial que o runner ignora por construção (RN-551), e se o registro falhar ele sobra. Apagá-lo seria o instalador decidir que sabe algo que não sabe: um timeout depois de a api gravar é indistinguível de um timeout antes, e o arquivo pode ser a única cópia da metade privada de uma chave já registrada. Ele é inerte, o próximo device-key create o nomeia e o substitui, e a mensagem diz as duas coisas.

O que este script NÃO faz, e agora diz certo. A última linha da saída anunciava, meses depois de as funções existirem, que ele "não pareia o agente local" e que a chave "continua vindo da tela do projeto". O texto foi reescrito: SMTP continua desligado por decisão (MAIL_TRANSPORT=log, aqui como em produção — e a conta criada nasce verificada justamente por isso), credencial de LLM continua sendo de quem vai gastar (RN-058), e o pareamento pela tela do projeto (ADR 0118) continua existindo para quem quiser — o que mudou é que ele deixou de ser obrigatório. O --help sofria do mesmo defeito num lugar que nenhum teste alcançava (ele imprime o CABEÇALHO, que é comentário, e a regra que proíbe falar de "sessões de fase" só lia linhas de código): ele dizia "ESTA VERSÃO NÃO INSTALA NADA". Corrigido, e o intervalo fixo de linhas que o cortava em silêncio virou "até a primeira linha que não é comentário".

O que NÃO entrou: rota nova de qualquer espécie (a sessão é orquestração — se faltasse algo do outro lado, o gesto era parar e relatar); SMTP; credencial de LLM; senha gravada em qualquer lugar; e qualquer caminho que crie conta sem TTY — sem terminal interativo o script relata e sai 0, no passo que já existia, antes de qualquer escrita.

  • Código: install.sh:1835 (fechar_a_instalacao, o encadeamento e o "sempre 0"), :1634 (perguntar_e_criar_a_conta, o consentimento, o laço e o teto), :1734 (parear_esta_maquina, o id virando --id), :1811 (subir_o_agente_como_servico, a recusa repassada inteira), :1537 (post_interno, o corpo pelo stdin e o cabeçalho pelo --config 600), :1578 (criar_primeira_conta) e :1597 (registrar_chave_de_maquina) — os vereditos das duas rotas —, :1612 (ler_sem_eco), :1516 (nome_da_maquina), :1798 (avisar_chave_parcial), :1208/:1215 (escapar_json/sem_controle), :109 (MARCADOR_SCHEMA=4, AT-738), :1871 (a chamada, depois do runner e antes do marcador), :1882 (o ownerEmail). Números relidos pelo símbolo em 18/09 (AT-096), em 27/09 (AT-065, que acrescentou o ramo do Mac Intel em instalar_o_runner) e em 01/10 (AT-122); os de :966/:682 já não batiam em 17/09
  • Teste: scripts/dev/install-fechamento.spec.ts — as funções de shell rodadas DE VERDADE (o script inteiro carregado por source, menos a chamada de main) contra um servidor node:http real e um brabo-runner dublê: o caminho feliz da conta (corpo, service token e senha chegando), 409/400/ 500/sem-resposta com vereditos DIFERENTES, o laço de senha e o teto de 3, a ordem create → registrar → finish → service install com o --id sendo o id da api, a recusa do service install repassada com as palavras dela, o .parcial que fica quando o registro falha, o create que recusa sem nada ser registrado, e o fechamento sem binário do agente; scripts/dev/install.spec.ts (o plano imprimível, e o --help que deixou de mentir)
  • Lacuna DECLARADA: a instalação de ponta a ponta numa máquina limpa — compose de verdade, api de verdade, binário do runner de verdade, unit escrita e agente esperando o primeiro projeto — é o E2E da sessão 8 da fase, e só ele pode provar. Aqui o brabo-runner é um dublê de shell e a api é um servidor de teste; o que se prova é o ENCADEAMENTO, nunca a integração. E o fluxo principal do install.sh (verificar a própria origem contra o checksums.txt assinado) continua sem cobertura, pelo motivo que install.spec.ts já registrava: nenhuma Release tem esse asset até a próxima tag final
  • ADR: 0155
  • Origem: FASE 30, sessão 6 — o recorte da fase

O teto de auto-movimento no upsert de WORKSPACE, e a auto-promoção que fecha (RN-557)

RN-557 — Mudar o PRÓPRIO papel é recusado com 403 nas duas rotas de associação, nos dois sentidos

Estendida pela RN-615 (ADR 0173): a rota de remoção de membro de workspace que abaixo se diz inexistente passou a existir, com o MESMO teto (remover a si mesmo é 403) — e é essa cláusula que segura o último owner, sem contar. O raciocínio abaixo sobre o teto 1 continua valendo.

Terceira e última porta da linha aberta pela RN-472 e continuada pela RN-556. O ADR 0127 declarou esta por escrito — "POST workspaces/:workspaceId/members continua um upsert sem teto nenhum — mesma classe de defeito, escopo acima" — e o ADR 0156 a reafirmou como "escopo diferente, decisão separada". É o BRB-002, P1 de segurança.

O defeito, medido. AddWorkspaceMemberUseCase.execute recebia (workspaceId, userId, role) e chamava workspaces.addMember — não recebia o ator —, e o controller (@Post(':workspaceId/members'), @RequireRole('owner')) chamava com o corpo puro, sem @CurrentUser(). Não havia com o que aplicar teto nenhum.

Por que é mais grave um escopo acima. Duas coisas que existem no projeto não existem aqui: (a) não há nível acima para segurar a queda — no projeto, rebaixar-se derruba o efetivo para o papel de workspace, que muitas vezes o segura; no workspace o papel é o papel, e um owner que se grava viewer perde o workspace inteiro, com todos os projetos e a própria capacidade de convidar quem o reponha; (b) não existe rota de remoção de membro — WorkspacesController não tem @Delete de membro (medido, e o ADR 0156 já tinha usado esse fato). Desfazer é esta mesma rota, que pede o owner recém abandonado.

A auto-PROMOÇÃO era brecha, e fecha. O ADR 0127 registrou nas Consequences que ela ficava: "Um maintainer pode se gravar como owner do projeto (…) os tetos são sobre descer". Esta RN revisa essa frase. As duas metades são o mesmo movimento — uma pessoa decidindo sozinha qual autoridade tem — e a de cima é a única que escala privilégio: o ADR 0127 pôde dizer que os tetos dele não eram sobre escalação ("ninguém ganha papel que não tinha"), e sobre a promoção isso é falso.

movimento desfecho
mudar o próprio papel no PROJETO, para baixo 403 — RN-472, inalterada
mudar o próprio papel no PROJETO, para cima 403 — era permitido, e é o que muda
mudar o próprio papel no WORKSPACE, em qualquer sentido 403 — a porta nova
reescrever o próprio papel com o MESMO valor passa — upsert idempotente não é movimento
um owner rebaixando OUTRO owner no workspace passa — é a única forma de revogar propriedade
associar/rebaixar OUTRA pessoa, em qualquer escopo passa — capacidade legítima de sempre
auto-promoção pela REMOÇÃO da linha de projeto passa — protegida pelo ADR 0156, ponto 3

O teto NÃO conta owners. Recusar só quando o chamador for o último dono foi considerado e recusado pelo critério literal do ADR 0127: "se enuncia numa cláusula, não tem número para envelhecer". Uma contagem acrescenta uma leitura que pode sair de fase com a escrita, tem de julgar se um segundo dono inativo conta, e faz a mesma chamada com o mesmo corpo passar hoje e recusar amanhã sem que nada do que o chamador controla tenha mudado. E a cláusula já produz o invariante que a contagem existiria para garantir: um workspace nunca fica sem owner, porque tirar o último exigiria que ele mesmo o fizesse.

O teto 1 não tem par neste escopo, e foi considerado, não espelhado. Diferente da remoção (RN-556), aqui o movimento EXISTE — um owner pode rebaixar outro. A recusa vem de o teto 1 ser regra sobre inversão de hierarquia: no projeto a linha sobrepõe a de workspace (RN-471) e um maintainer alcança quem está ACIMA dele; no workspace o @RequireRole('owner') já garante que ninguém alcança alguém maior que si — a precondição está ausente. Pôr o par, somado à ausência de rota de remoção, faria de owner um estado absorvente: ninguém sairia dele por HTTP, e offboarding, rotação de propriedade e correção de convite errado passariam a exigir escrita direta no banco — a classe de estado que o ADR 0127 nasceu para eliminar, com o sinal trocado.

A régua não é copiada: a comparação vira UM classificador. autoMovimentoDoProprioPapel devolve o SENTIDO ('rebaixamento' | 'promocao' | null) em vez de um booleano, porque quem chama precisa dele para escolher a mensagem. ehAutoRebaixamento continua existindo como uma LEITURA do classificador, e por motivo de comportamento e não de compatibilidade: remocaoEhAutoRebaixamento delega a ela, e alargá-la faria a REMOÇÃO recusar também a auto-promoção — tirar a própria linha que restringia alguém é justamente como se desfaz a restrição que o teto 1 impede de criar, movimento que o ADR 0156 protegeu por escrito.

Quatro mensagens, uma por SENTIDO e por ESCOPO. Quem tentou se promover não recebe a frase de rebaixamento (não foi o que fez), e quem esbarra no teto do workspace não é mandado falar com um maintainer — lá o papel que desfaz é owner. Mesma disciplina do ponto 5 da RN-556 e da RN-470.

O papel do ator vem do repositório, não do ResolveEffectiveRoleUseCase — o inverso da escolha da RN-556, pela mesma razão que ela deu: nos casos de uso de projeto o outro entra para o papel do ator não virar uma segunda composição de projectRole ?? workspaceRole escrita à mão; no workspace não há composição a proteger (forWorkspace É workspaces.findMemberRole), e este caso de uso já tem o repositório na mão.

A metade de PROMOÇÃO no workspace é inalcançável por HTTP, e é aplicada mesmo assim. Com @RequireRole('owner') o ator já está no topo e não há para onde subir. Ela entra e é testada pelo motivo que o teto 2 sempre teve para não ter limiar: o caso de uso não presume o guard, e é ele que fica certo no dia em que a rota mudar de mínimo. Mesmo desenho da recusa por capacidade da RN-514, implementada antes de ter disparo.

Nenhuma linha de web muda, e não é omissão: POST /workspaces/:workspaceId/members não tem chamador em apps/web — medido; a única ocorrência é o tipo gerado em api-types.generated.ts. Não há toast para ajustar nem Select para fechar.

  • Código: apps/api/src/domain/iam/tetos-de-rebaixamento.ts (autoMovimentoDoProprioPapel, o tipo SentidoDoAutoMovimento, as três mensagens novas e o ehAutoRebaixamento que passou a ser leitura do classificador), apps/api/src/application/use-cases/iam/add-workspace-member.use-case.ts (a assinatura com atorId, a leitura do papel do ator e os dois 403), apps/api/src/application/use-cases/iam/add-project-member.use-case.ts (a troca de ehAutoRebaixamento pelo classificador, que é o que fecha a auto-promoção lá), apps/api/src/interfaces/http/iam/workspaces.controller.ts (@CurrentUser(), o @ApiForbiddenResponse e a descrição), apps/api/src/interfaces/http/iam/dto/add-member.dto.ts e apps/api/src/interfaces/http/iam/projects.controller.ts (as descrições que prometiam "sem teto nenhum" e "downgrading yourself"), apps/api/src/db/seed.ts (o owner.id como ator), apps/api/src/application/use-cases/iam/resolve-effective-role.use-case.ts (INTOCADO, terceiro ADR seguido)
  • Teste: apps/api/test/application/use-cases/iam/tetos-de-rebaixamento.use-case.spec.ts, bloco "Teto de auto-movimento no WORKSPACE — a quarta porta" (a recusa com outro dono presente, a recusa do dono único, a promoção inalcançável, a mensagem por escopo, o upsert idempotente, o owner rebaixando outro owner e a associação de terceiros), mais os três casos no bloco do teto 2 — o teste da auto-promoção INVERTIDO, com o nome guardando a origem, a asserção de que cada sentido tem sua frase, e o upsert idempotente no projeto
  • ADR: 0157, que referencia o 0127 e o 0156, e revisa a frase do primeiro sobre a auto-promoção
  • Origem: BRB-002, P1 de Segurança do registro do mantenedor — o último movimento que os dois ADRs anteriores deixaram declarado

A chave de dispositivo ganha tela, e a tela diz o alcance de revogar (RN-561)

RN-570 — O instalador sobe a instalação só com arquivos que a Release assinou, conferidos antes de perguntar ou gravar qualquer coisa

A RN-549 mediu, na primeira vez que o instalador rodou numa máquina limpa, que o install.sh publicado não subia nada sozinho: ele chamava docker compose -f docker/docker-compose.install.yml, um caminho RELATIVO ao diretório de onde rodava, e esse arquivo não era asset da Release, não entrava no checksums.txt assinado e não era baixado em lugar nenhum. Quem seguia o one-liner do runbook morria em "no such file or directory" DEPOIS de o script ter gravado o .env com os segredos. O mantenedor decidiu a saída em 2026-09-13 — asset assinado, e não clone (ADR 0160).

A regra:

  1. Quatro arquivos viajam com o instalador, no MESMO manifesto. O compose de instalação e os três que a instalação usa por caminho relativo — o postgres/init.sql e o ollama/pull-models.sh que o compose bind-monta, e o backup/test-restore-compose.sh que a migração (RN-530) executa — são publicados como assets brabo-install-* pelo job checksums e entram no sha256sum que gera o checksums.txt assinado. O quarto não estava no contorno do E2E e foi achado ao implementar: numa pasta sem checkout a migração morreria ali. O job confere cada linha do manifesto contra o arquivo (sha256sum -c --strict) antes de anexar.
  2. A tabela tem dois lados e um guarda. Quem publica lê scripts/ci/assets-do-instalador.ts; quem baixa lê o case de destino_do_asset_do_instalador no install.sh (bash 3.2, sem Node). O spec reprova a divergência entre os dois E deriva do compose todo bind-mount ./… que não estiver na tabela — que é exatamente como o defeito nasceu.
  3. Verificar vem logo depois da própria origem, e antes de tudo. O instalador baixa os quatro e compara cada sha256 contra o checksums.txt que verificar_a_si_mesmo já verificou (nunca um segundo download), por igualdade EXATA de nome. As três recusas são distintas — asset não publicado, manifesto que não o cobre, hash que não bate — e todas acontecem com a máquina intocada.
  4. Nunca cai no relativo. COMPOSE_DE_INSTALACAO nasce VAZIO e só ganha um caminho absoluto quando as cópias verificadas são postas sob a pasta da instalação, no primeiro instante em que são precisas (a migração ou a subida). O que já estiver lá é SUBSTITUÍDO, nunca lido — com rm antes do cp, para um symlink não levar a escrita para fora.

O que esta regra NÃO fecha: a prova ponta a ponta só acontece na primeira tag final depois do merge — o install-e2e.yml não roda em PR (ADR 0150) —, e nenhuma Release já publicada ganha os assets: elas seguem com o instalador antigo e o contorno de rodá-lo de dentro de um checkout na tag. A adjacência que o ADR 0160 declarou — test-restore-compose.sh chamava o Compose sem --env-file, e o Compose procura o .env na pasta do compose — fechou na AT-102: o instalador passa BRABO_ENV_FILE (--env-file, e não --project-directory, que também mudaria o nome do projeto e a base dos caminhos relativos) e o compose de instalação declara o volume backup_local que o serviço backup referencia, cuja falta recusava o arquivo inteiro com o profile ligado. Coberto por scripts/dev/prova-de-restauracao-env.spec.ts.

  • Código: install.sh:129 (COMPOSE_DE_INSTALACAO vazio até materializar), :587 (ASSETS_DO_INSTALADOR), :589 (destino_do_asset_do_instalador, a tabela do lado que baixa), :614 (baixar_e_verificar_os_arquivos_da_instalacao), :607/:615/:617 (as três recusas), :648 (materializar_os_arquivos_da_instalacao), :1573 (a migração materializa antes do backup), :1677 (a verificação logo depois da própria origem), :1831 (a subida materializa antes do up); scripts/ci/assets-do-instalador.ts:55 (a tabela do lado que publica), :93 (problemasDoMapeamento), :135 (prepararAssets); .github/workflows/build-runner-binaries.yml:468 (os assets preparados do checkout da tag), :494 (no mesmo sha256sum), :520 (a conferência --strict), :527 (anexados junto do manifesto)
  • Teste: scripts/dev/install-arquivos-da-instalacao.spec.ts:144 (caminho feliz contra uma Release de mentira), :162 (asset ausente, .env nunca gravado — caso de falha), :179 (hash que não bate — caso de falha), :191 (manifesto que não cobre), :202 (nome parecido não cobre), :217 (materializar sem verificar é recusa), :225 (o que já estava é substituído, e o symlink não leva a escrita para fora), :258/:273/:280 (a ordem em main e na migração); scripts/ci/assets-do-instalador.spec.ts:89 (todo bind-mount relativo é asset), :114 (o case do shell é a tabela do TypeScript), :148/:152/:161 (a esteira assina, confere e anexa); scripts/dev/install-e2e.spec.ts:247 (o contorno manual não volta, e o E2E afirma que o instalador os baixou), :295 (o token que baixa o manifesto não está no ambiente do instalador)
  • Origem: AT-026 — o achado da AT-008 (RN-549), decidido pelo mantenedor em 2026-09-13

O broker de container na instalação, com consentimento (RN-575)

RN-575 — O instalador só liga o broker de container com um "s" digitado, mede o grupo do socket de dentro de um container, e grava as quatro linhas juntas ou nenhuma

Numa instalação por Release, projeto container ou mounted nunca executava: quem sobe o container desses dois modos é o broker (ADR 0144), e a instalação não tinha o serviço porque a imagem não era publicada (ADR 0150, decisão 7). O ADR 0162 publica a imagem como a quinta e põe o serviço no compose de instalação, DESLIGADO; esta regra é o que decide quando ele liga, porque ligar entrega o socket do Docker da máquina a um serviço da instalação.

A regra:

  1. Só um "s"/"sim" digitado liga. A pergunta vem depois da base (a segunda raiz do broker deriva dela) e antes do .env, e DIZ em texto o que concede — o socket do Docker desta máquina, e que quem comanda o broker comanda o Docker — e o que o contém. Enter, qualquer outra resposta e a falta de terminal deixam desligado, e a falta de terminal é DITA, nunca decidida em silêncio. Enquanto a resposta não é sim, o Docker não é tocado.
  2. O grupo do socket é MEDIDO, de dentro de um container, com a própria imagem do broker, sem rede, rootfs read-only e o socket montado por --mount type=bind — que recusa uma origem inexistente em vez de criar uma pasta no host, como -v faria. É o gid visto de dentro que o group_add precisa (no Docker Desktop o do host não diz nada). Medição que falha, caminho que não é socket ou gid que não é número são RECUSA nomeada, que ensina a rodar de novo respondendo não — nunca o 999 do default do compose.
  3. As quatro linhas vão juntas ou nenhuma vai: COMPOSE_PROFILES=container-broker, BROKER_URL=http://broker:8090, DOCKER_GID e PROJECT_WORKSPACES_HOST_ROOT. Profile sem URL sobe um broker que ninguém chama; URL sem profile aponta a api para um serviço que não sobe. escrever_env recusa gravar o bloco sem o gid medido — defeito do script, não da máquina. BRABO_BROKER_IMAGE é gravada SEMPRE, ligado ou não: o Compose interpola o arquivo inteiro antes de filtrar por profile.
  4. A raiz da pasta gerenciada é CALCULADA e depois CONFERIDA. Antes da subida, <DockerRootDir>/volumes/brabo_project_workspaces/_data; depois, comparada com o Mountpoint do volume. Divergir, ou a api não alcançar o broker pela rede interna, vira PENDÊNCIA nomeada no fim — nunca recusa, que derrubaria uma instalação de pé por um passo que se conserta editando o .env.
  5. A decisão aparece no resumo final, nos dois sentidos, e a frase do que o instalador NÃO faz deixa de dizer que só a Pasta montada fica sem container: container também fica.

O que esta regra NÃO fecha: o DOCKER_GID e a raiz calculada não foram medidos no Docker Desktop do macOS, e o E2E da tag roda a metade interativa só no Linux. Docker rootless ou remoto não tem o socket em /var/run/docker.sock, que é o caminho que o compose monta, e cai na recusa do item 2 — ligar o broker ali não é oferecido por outro caminho.

  • Código: install.sh:1196 (consentir_broker), :1148 (medir_gid_do_socket), :1183 (calcular_raiz_gerenciada), :1320 (conferir_o_broker), :792 (escrever_env_do_broker), :855 (o broker no manifesto), :1812 (a ordem: depois da base, antes do .env); docker/docker-compose.install.yml (o serviço broker e a rede broker)
  • Teste: scripts/dev/install-broker.spec.ts:158 (sem terminal: desligado, dito, Docker intocado — caso de falha), :169 (Enter), :179 (n), :187 (s liga, com --mount e sem rede), :208/:221/:229 (as três recusas), :237 (a raiz como pendência), :248 (a frase final); scripts/dev/install-env.spec.ts:250/:259 (as quatro linhas juntas ou nenhuma), :270 (a guarda do gid), :291/:307 (o .env contra o parser do Compose: o broker sobe sem flag, com o token, as duas raízes e o gid, e a api aponta para ele — ou nada disso); scripts/dev/composes-em-conformidade.spec.ts:114 (as camadas do ADR 0130 no arquivo que viaja)
  • ADR: 0162
  • Origem: AT-097 — decidido pelo mantenedor em 2026-09-18

O instalador oferece os modelos locais, e não confunde o dev com uma instalação (RN-691, RN-692)

RN-691 — O install.sh PERGUNTA se liga os modelos locais (profile llm), mede a porta do Ollama antes de gravar, e compõe UMA linha de COMPOSE_PROFILES

Medido numa instalação real da v7.0.0 (AT-351): toda regra de negócio gravava backlog.semantic_duplicate_check_skipped com getaddrinfo EAI_AGAIN ollama, porque a instalação por Release sobe sem o profile llm e o instalador nunca perguntava; ligá-lo à mão esbarrava em address already in use na 11434, a porta de um Ollama NATIVO no host.

A regra: depois da pergunta do broker (RN-575), o instalador diz o CUSTO (disco da imagem e dos modelos que o ollama-model-loader baixa, RAM com modelo carregado) e o que se PERDE sem ele (a checagem semântica de duplicata da RN-681 e modelo local para os agentes), e só um "s" digitado liga; sem terminal fica desligado DIZENDO isso. Ligar MEDE a porta do host antes de gravar qualquer coisa — a 11434, ou a primeira livre até a 11443, pelo /dev/tcp do próprio bash (3.2 incluso) — e a faixa inteira ocupada é recusa NOMEADA, sem nada gravado, nunca um address already in use na subida. O .env ganha OLLAMA_PORT e o profile llm; os profiles consentidos saem numa ÚNICA linha COMPOSE_PROFILES (container-broker,llm), porque duas linhas não somam — a última venceria e o broker sumiria calado.

Fica FORA, declarado: a sessão dizer UMA vez que a checagem semântica foi pulada (lado da api, outra frente); e o E2E da tag responde NÃO (ligar baixaria GBs de modelo), então a subida com o profile llm não é provada ponta a ponta.

  • Onde: install.sh:1274 (consentir_llm), :1259 (escolher_porta_do_ollama), :1249 (porta_em_uso), :800 (escrever_env_do_llm), :821 (escrever_env_dos_profiles)
  • Teste: scripts/dev/install-llm.spec.ts (sem terminal fica desligado dizendo o custo; 11434 ocupada escolhe a próxima; faixa inteira ocupada falha — caso de falha; um servidor escutando é medido como em uso; broker e modelos numa linha só); scripts/dev/install-e2e.spec.ts (a resposta da pergunta nova está na lista do driver de TTY, na ordem)
  • Origem: AT-351

RN-692 — Só o projeto compose brabo é instalação anterior, e a migração oferece reinstalar DO ZERO depois do backup provado

detectar_por_sinais casava "Name":"brabo[^"]*", e o compose de DEV (brabo-dev, ADR 0170) contava como instalação anterior — o instalador oferecia migrar o ambiente de desenvolvimento. Agora casa só o nome EXATO brabo.

E a confirmação da migração ganha uma terceira resposta: z reinstala DO ZERO. A ordem do ADR 0150 não muda — backup, PROVA, pergunta, apaga, instala —, mas os dados antigos NÃO são restaurados: o backup provado fica na pasta, e restaurá-lo depois é o #restore do runbook. s restaura — e, desde a RN-998, restaura TUDO: o Postgres num banco recém-criado e vazio, os repositórios git e a reprojeção do grafo e dos artefatos; até ali voltavam só os repositórios git. Enter continua não apagando nada.

Junto, o fechamento deixa de dizer que parear uma pasta pela tela do projeto "continua existindo (ADR 0118)": esse fluxo saiu no ADR 0203 (RN-687).

  • Onde: install.sh:440 (detectar_por_sinais), :1918 (migrar_instalacao_anterior)
  • Teste: scripts/dev/install-llm.spec.ts (brabo-dev não conta e brabo conta; z apaga depois da prova e deixa MIGRAR_DE vazio; Enter não apaga — caso de falha; a frase do ADR 0118 não volta)
  • Origem: AT-358

A migração do instalador traz a instalação anterior inteira de volta (RN-998)

RN-998 — A migração restaura o banco num banco vazio, mantém a chave mestra, é retomável e entende a linha de versões

A primeira migração real de uma 7.0.0 para o produto 1.0.0 (AT-710) subiu uma instalação VAZIA e com as credenciais ilegíveis. O ADR 0256 fecha os achados da AT-738, e as regras são estas:

  1. O Postgres volta sozinho. Depois do down -v, o instalador sobe SÓ o postgres, roda brabo-restore --banco-vazio (recusa banco com qualquer tabela) e só então sobe o resto, com as migrations por cima do dump. Em seguida, os repositórios git e a reprojeção do grafo e dos artefatos; a reprojeção que falha é PENDÊNCIA com o comando, nunca recusa.
  2. O git volta como o dono do volume, lido no container da api (stat), nunca suposto: o uid 70 da imagem de backup não escreve num volume de outro dono, e --user 0:0 também não, por causa do cap_drop.
  3. Os segredos que cifram dado restaurado vêm do .env anterior, no mínimo a CREDENTIALS_MASTER_KEY (ambiente → .env anterior → gerada), e toda chave que o .env novo não declara volta com o último valor (CREDENTIALS_MASTER_KEY_PREVIOUS, ANAMNESE_ENABLED, BRABO_BIND…). Ficam de fora as que o instalador decide na hora (COMPOSE_PROFILES, BROKER_URL, DOCKER_GID, PROJECT_WORKSPACES_HOST_ROOT, OLLAMA_PORT) e o _PREVIOUS dos segredos efêmeros, que nascem novos.
  4. Backup, prova e deleção rodam com o ambiente da migração: as cinco BRABO_*_IMAGE desta versão (o .env anterior pode citar imagem local que sumiu), BRABO_BACKUP_USER = uid:gid de quem roda (a pasta é dele) e BRABO_BACKUP_HOST_DIR = o destino, para a prova restaurar o MESMO backup que fica na pasta. A pasta nasce 0755, declarado.
  5. A migração é retomável. O marcador (schema 4) é gravado logo depois do down -v com restauracaoPendente (destino e etapas: banco git grafo artefatos), e de novo a cada etapa e quando a versão nova sobe. A execução seguinte que acha a pendência RETOMA a restauração, sem migrar de novo e sem apagar nada; pasta de backup ausente é recusa nomeada.
  6. Linha de versões. O marcador grava linha. Sem ela, a instalação é da linha anterior, salvo imagens em ghcr.io/viralabs-dev/ (a 1.0.0 desta linha gravou schema 3). Entre linhas a relação é nova-linha, com frase própria e default sim (RN-542).
  7. Download com nova tentativa. Todo download passa por baixar (curl --retry 6 --retry-delay 10 --retry-connrefused); 404 é "a Release não publica", e o resto é "o servidor não entregou, rode de novo" — frases diferentes.

Ela revisa a RN-530 (o dump deixa de ficar só na pasta) e a frase de s da RN-692.

  • Onde: install.sh:1918 (migrar_instalacao_anterior), :1903 (com_ambiente_do_backup), :1993 (restaurar_o_banco), :2009 (restaurar_os_repositorios_git), :2025 (reprojetar), :2062 (gravar_marcador), :930 (relacao_com_o_instalado), :949 (restauracao_pendente), :736 (gerar_segredos), :971 (preservar_do_env_anterior), :194 (baixar)
  • Teste: scripts/dev/install-migracao.spec.ts (um caso por item, com docker, curl e a prova de mentira no PATH; o caso de falha de cada um — backup que falha não apaga, restore recusado fica pendente, dono ilegível recusa, 404 ≠ 504); scripts/dev/install-fechamento.spec.ts (o schema 4)
  • Origem: AT-738 (EP-033), decisões do dono de 05/11/2026